Muita Paz, Saúde e Felicidades

O blog Amo Caminhões deseja a todos os leitores, amigos, parceiros, caminhoneiros, carreteiros, tanto virtuais como reais, um FELIZ NATAL, que este 25 de Dezembro seja uma data de reflexão e mudanças, para melhor em todos nós.

Um grande abraço da equipe do Blog Amo Caminhões

Rafael Brusque
Roberto Restanho
Wendy Santos
Eduardo Boasquevisque

O primeiro motor a diesel totalmente nacional foi produzido pela marca em 1956. Na foto o presidente JK funde na Sofunge o primeiro bloco de motor para um caminhão Mercedes-Benz, em dezembro de 1955

A Mercedes-Benz fecha 2009 com um marco histórico: 2,5 milhões de motores produzidos em sua planta de São Bernardo do Campo, São Paulo. Os primeiros a sairem da linha em 1956 com as denominações OM 321, 326 e 324, utilizavam injeção indireta, realizada numa pré-câmara de combustão.

Em 1969 a marca, de origem alemã, realizou o primeiro grande avanço tecnológico dos motores diesel no País com o lançamento do OM 352 de aspiração natural e potência de 130 cv, introduzindo o sistema de injeção direta. Do lançamento até o o início da década de 90 foram produzidas nada menos que 789 mil unidades do OM 352 que equipou modelos consagrados como os 1113 e 1313.

Além de fabricar motores para caminhões e ônibus produzidos em sua planta de São Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz do Brasil também fornece componentes e motores completos para outras unidades do Grupo Daimler, como os veículos comerciais leves Sprinter na Argentina, os caminhões pesados Freightliner nos Estados Unidos e os ônibus Citaro na Alemanha.

“A força da nossa marca está na união da disciplina alemã com a criatividade brasileira”, analisa Bart Laton, diretor de produção de motores, câmbios e eixos, ao explicar que a Mercedes-Benz do Brasil não é apenas uma montadora mas a maior fabricante de caminhões a manter em uma única planta a fabricação de todos estes componentes.

“O que consideramos essencial para a qualidade do motor nós também usinamos aqui”, complementou Bart se referindo a produção, em São Bernardo do Campo, de 150 mil peças por mês como blocos de motor, eixos de comando e bielas.

Futuro

Maior fabricante de caminhões e ônibus da América Latina, a Mercedes-Benz do Brasil conta, em sua fábrica de São Bernardo do Campo, com um Centro de Desenvolvimento Tecnológico – CDT. Criado em 1991, ele é pioneiro no Brasil na área de veículos comerciais, o maior da América Latina e da Daimler AG fora da Alemanha.

É neste Centro que a Mercedes-Benz do Brasil está desenvolvendo motores e sistemas de pós-tratamento de gases de escape para caminhões e ônibus, visando atender à legislação de emissões Conama P7, que entrará em vigor no País em 2012.

Esta norma exigirá a redução de 80% nas emissões de Material Particulado e de 60% nas emissões de Óxidos de Nitrogênio (NOx) em comparação com a legislação atual. Como consequência direta, também serão diminuídas as emissões de fumaça e de gás carbônico.

“Além de atender aos requisitos do P7, nossos motores também reduzirão o consumo de combustível, diminuindo o custo operacional e garantindo a rentabilidade para os clientes”, diz Gilberto Leal, gerente de Desenvolvimento de Motores da Mercedes-Benz do Brasil.

Fonte: Revista Carga Pesada

Olá pessoal, agora que  de certa forma os trabalhos no EAA foram retomados estou postando o novo trecho que substituirá a estrada entre SP e RJ, feito por mim. Estou colocando umas screens para vcs.

Em sua 22ª participação no Rally Dakar, a principal e mais perigosa prova fora-de-estrada do mundo, Klever Kolberg terá mais um importante desafio além dos muitos que se apresentarão no percurso de 9.000 quilómetros entre Argentina e Chile, entre os dias 1º e 17 de Janeiro. O piloto da equipe Valtra Dakar Eco Team, que terá como navegador o engenheiro mecânico Giovanni Godoi, será pioneiro ao participar da competição a bordo de um carro – um Mitsubishi Pajero Sports – movido a etanol de cana-de-açúcar, combustível renovável e menos poluente que a gasolina e o diesel.

A meta principal de Kolberg, que tinha decidido não disputar mais o Rally Dakar, é tentar consciencializar o público sobre a importância de atitudes ecologicamente corretas. “O objectivo desse projecto é provocar as pessoas para que elas comecem a pensar o mais rapidamente possível no que elas estão fazendo, pois o Dakar, além de ser uma competição, é uma viagem. Ninguém precisa deixar de viajar para ser sustentável, mas se pode fazer com uma energia limpa, o planeta agradece”, disse.

O investimento feito pela equipe Valtra Dakar Eco Team do ponto de vista logístico para levar etanol para a Argentina e o Chile está sendo um dos pontos cruciais. “Para mim, foi difícil deixar o lado competitivo de lado, porque o dinheiro que estamos investindo para montar toda a logística de etanol na Argentina e no Chile é bem maior do que se usássemos gasolina ou diesel e poderia gastar em uma suspensão melhor ou ir treinar no (Deserto do) Atacama. Claro que, quando der a largada, vai bater aquela vontade de andar no ritmo dos primeiros, como em outras edições. Vai ser difícil, mas tenho certeza que todos que participaram do projecto estão orgulhosos em vê-lo realizado. Neste projecto o que conta é a atitude”, contou.

Klever explica que o Mitsubishi Pajero Sport Flex, com o qual competirá no Dakar, é o mesmo carro que pode ser comprado e que prepará-lo para as adversidades da competição é seu maior desafio. “O carro é o mesmo que se compra na loja, então ao invés de partir de um protótipo, que até seria mais barato, a gente quis partir para este lado. Isso gerou um custo muito maior, pois este carro precisa de peças especiais, o próprio etanol requer alguns itens particulares, nunca utilizados antes neste tipo de competição. Tivemos de trocar o câmbio automático por um câmbio mecânico e, com isso, mexer em toda a programação electrónica do carro. Então foi uma série de dificuldades, que conforme as dificuldades iam aparecendo, as pessoas me falavam: ‘Cara, desiste! Corre com um protótipo. Você vai correr mais e vai gastar menos’, mas tenho certeza que seremos bem sucedidos”, analisou.

Sobre Klever Kolberg: Engenheiro e piloto, Klever Kolberg é o brasileiro que mais vezes participou do Rally Dakar, competição off-road mais difícil e perigosa do mundo, tendo sido um dos pioneiros no país a disputá-la. O piloto criou a primeira equipe brasileira a participar do Dakar e vai competir pela 22ª vez em 2010. Um dos grandes nomes do off-road nacional, Klever começou na prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral. A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o título vice-campeão na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria Carros Diesel em 2002. É autor de três livros sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.

Sobre Giovanni Godoi: Engenheiro mecânico com 20 anos de experiência no automobilismo nacional, sendo oito dedicados às competições off-road como engenheiro responsável pelo desenvolvimento dos veículos de competição da Mitsubishi. Em 2003 disputou o Rally dos Sertões, terminando em 17º na geral e terceiro entre os novatos, com o objectivo de entender e vivenciar as exigências a que o carro e a dupla piloto/navegador são submetidos em uma prova deste porte, e em paralelo, testar e desenvolver novos componentes. Esteve no Dakar 2009 com navegador de um caminhão de apoio.

Comandado por Klever Kolberg (piloto) e Giovanni Godoi (navegador) no Rally Dakar 2010, o Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Mitsubishi, Cosan, Unica, Pirelli, Fremax e Magneti Marelli, e apoiado por Artfix, Sparco e Waiver.

Fonte: Auto Sport

A Allison anunciou a ampliação da sua linha Torqmatictm indicada para ônibus. As novas transmissões de seis marchas são ideais para aplicações em ônibus urbanos e rodoviários de até 360 hp (365 cv) e 1.450 Nm de torque. As novas T375 e T375R (com retardador) complementarão as atuais ofertas de transmissões para veículos de médio porte totalmente automáticos, assegurando cobertura nesse segmento para os motores Euro 5. “A nova T375 assegura excelente durabilidade e com as últimas evoluções em tecnologia de controle e hardware, ganhou também em eficiência”, disse Manlio Álvaro, gerente de Marketing da Allison para Europa.

As T375 e T375R trazem também os Controles Allison de 4ª Geração, que permitem integração com veículos que apresentam interface de comunicação “CAN”, oferecendo aos fabricantes melhores estratégias de controle do trem motriz. O desempenho da caixa foi aperfeiçoado graças aos novos controles integrados às transmissões em 2010, auto-neutro, redução da carga do motor em paradas (RELS), nova calibração ecológica e tecnologia de troca de marchas baseadas em mapas de carga, para melhor consumo de combustível. O pacote de calibração ecológica faz o motor funcionar numa faixa de rotação mais estreita, ao mesmo tempo em que previne trocas continuadas. Junto com o sistema LBSS (Load Based Shift Scheduling) que seleciona automaticamente entre programas de trocas pré-determinados baseados na topografia do percurso e na carga do veículo, permite máxima economia de combustível e seu máximo desempenho. Além disso, um sistema de controle da aceleração do veículo (VAC – Vehicle Acceleration Control system) estará disponível para clientes que querem limitação da aceleração do veículo via controle de torque.

Testes práticos na estrada demonstram que a combinação destes novos controles pode proporcionar redução de consumo de combustível de até 14%.

Fonte: O Carreteiro

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